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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Entrevista: Marina Oliveira

Oi gente, trouxe mais uma entrevista, dessa vez com a autora, Marina Oliveira do livro: A parede branca do meu quarto.


Então vamos ás perguntas:

01) A parede branca do meu quarto, foi escrito através de histórias que você vivenciou, ou foi totalmente fictício?

É uma ficção com pitadas de realidade. Muito que a Mariana vivencia no livro, eu já vivenciei de certa forma: o estresse do PAS, a escolha da profissão e a briga com o melhor amigo. Tem outras coisas também, mas só posso revelar para quem já leu o Parede Branca!


02) Pretende escrever mais livros? Se sim, qual gênero ?

Já comecei a escrever o segundo livro. É uma continuação que não é, sabe? Uma nova protagonista com questões diferentes a serem resolvidas, mas inserida no mesmo universo do Parede Branca. Então, muita gente conhecida vai reaparecer.

03) Nas horas vagas, o que mais gosta de fazer?

Filmes e dança são minhas grandes paixões depois dos livros. Se posso fazer tudo isso com os meus amigos e ainda comer algo gostoso, melhor ainda.

04) Seus amigos e familiares, já leram: A parede branca do meu quarto? Eles gostaram?

 Meus pais, sim. Alguns amigos também. Não recebi nenhuma crítica negativa até agora, todas foram construtivas para que eu possa melhorar no futuro. Ainda assim, minhas estrelas variam de quatro a cinco (de cinco). Estou muito feliz. <3

05) Tem algum livro, e escritor preferido? Qual(is)

Meu livro favorito é O Mundo de Sofia do Jostein Gaarder, mas ele não é o meu autor favorito. Eu não tenho um, na verdade. Por isso prefiro citar nomes que mais apareçam na minha estante. Hergé, Agatha Christie e Marian Keys. Série predileta é Harry Potter, vale ressaltar.

06) A parede branca do meu quarto, é seu livro de estréia, e dá pra perceber que acertou em cheio, amei o livro. O que acha das pessoas que sempre comentam que adorou o livro? Qual a sensação? Os seus leitores te motivam a continuar?

Eu sou muito grata a essas pessoas. São elas que têm feito meu sonho de ser uma escritora realidade, afinal é para elas que faço este trabalho. Não tem como não dizer que elas me motivam a seguir este caminho!

07) Fale uma parte do seu livro que mais gostou de escrever? Por quê?

Adorei a pergunta! Posso citar dois capítulos em vez de cena? Porque o capítulo que mais gostei de escrever foi o entitulado "São João". Ele é a cara de Brasília e a interação entre os personagens é muito divertida. Já o segundo que mais me marcou foi o 49, "Paredes Brancas". Acredita que eu meio que sonhei com ele?! 

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Entrevista: João Gabriel

Olá, gente! Voltamos com mais uma entrevista dessa vez com o autor: João Gabriel, do livro: Johnny Bleas.


Então vamos as perguntas:

01) Desde cedo já sonhava em ser escritor? Ou sua paixão pela leitura foi depois de criança?


Sempre gostei de escrever, mas acredito que esse gosto tenha surgido na minha adolescência, junto com minha paixão à imaginação e fantasia. No entanto o desejo de ser publicado surgiu da vontade de expressar minha imaginação usando uma ferramenta que não me impusesse limites, junto da vontade e dever de encantar as pessoas para que se envolvam com novas aventuras. E por fim o desejo que alcançar um sonho, algo que vai muito além da literatura, o sonho de fazer o melhor possível para servir à humanidade com o melhor de mim. Quando comecei a escrever tinha apenas 17 anos e não tinha muita visão de ser escritor, naquela época pensava em fazer gastronomia ou design. De qualquer maneira após alguns anos, quando Johnny Bleas foi concluído decidi investir na carreira de escritor e daí seguir para o mundo literário.

02) Tem data prevista para o lançamento do 2° volume da trilogia Johnny Bleas, o que pode nos contar sobre o livro?


O lançamento será em 2016. Mas ainda sem data prevista. No segundo livro. Johnny Bleas – O Núcleo da Montanha, eu realmente me surpreendi com o resultado. Nesta obra pude dar mais ênfase a alguns personagens que são essenciais para o enredo. O livro não apenas é muito maior que o primeiro, mas também é conduzido com mais mistérios, fantasia e a quantidade certa de suspense. O segundo livro fez com que eu me tornasse ainda mais fã de Johnny Bleas e o fantástico mundo de Asterium.

03) Qual seu gênero literário preferido?

Com certeza aventura!!! Mas acima de tudo gosto de um enredo bem construído. Ao meu ver, os bons livros são aqueles capazes que fazê-lo emergir em um novo mundo.


04) Como se sente, com o tanto de pessoas, que sempre estão elogiando a história e a capa de Johnny Bleas?


Sinto-me alegre, vejo que meu trabalho está sendo bem feito. O coração bate um pouquinho mais forte, tenho a sensação de que a missão está sendo
cumprida. Ainda há muito o que fazer, mas fico sempre contente e além de tudo procuro ouvi-las para sempre melhorar meu trabalho.


05) Quando escreve, o que te inspira?


Não sei bem de onde veio a inspiração para Johnny Bleas, me parece que a ideia já existia, bastava acessá-la. Alguns dizem que precisamos de experiências de vida para escrever, outros dizem que a inspiração já existe em nós, cada autor tem um perfil diferente, no entanto para mim é sempre uma nova aventura, basta ouvir a história em meus pensamentos.
Ao começar um novo capítulo, nem sempre sei o que vou escrever, mas geralmente sei onde quero chegar, o mais interessante desta experiência é desvendar como será o caminho. Acredito que todas as experiências de vida que tenho são complementares e me ajudam a escrever, principalmente por me levarem a novos desafios e jornadas, mas é o conjunto de vivências, fatos e informações percebidas que transformam minha perspectiva e maneira de ver o universo.


06) Seus amigos e familiares já leram Johnny Bleas? O que eles acharam? Te apoiam?


Sim, muitos já leram! Até agora tive apenas feedbacks positivos. Todos tem dado um grande apoio, o que tem sido muito bom!

07) Se pudesse entrar em algum livro e viver a história, qual livro seria? Por quê?


Uau!! Adorei a pergunta! Acho que ficaria em dúvida entre Harry Potter e o Senhor dos Anéis. Mas como só posso escolher um acho que ficaria imensamente feliz ao receber minha carta para a escola de magia e bruxaria de Hogwarts.

Link da resenha: Clique aqui



Website: www.jgbrene.com
Instagram e Twitter: @jgbrene
Email: j.brene@hotmail.com

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Entrevista: Vanessa Brunt


Entrevista com Vanessa Brunt.


Oi gente linda, estou aqui mais uma vez para postar uma entrevista super linda, da nossa querida Vanessa Brunt, Autora do "Entre Chaves".





Olá! Tudo bem? Informo, primeiramente, que adorei as perguntas! Saíram um pouco das repetitivas que eu estava respondendo nas últimas entrevistas, então fiquei super feliz! Obrigada! Em segundo lugar, peço perdão, desde já, pelo fato de ter sido bastante extensa em uma entrevista que aparentava necessitar de objetividade, porém foi como brotaram os sentimentos para as respostas. Super abraço!


01) O que você espera que as pessoas aprendam ao ler suas poesias, poemas?

Quando escrevo, desabafo e, durante esse expelir, acabo compreendendo mais sobre mim, meus sentimentos e a sociedade. E é isso o que mais desejo que ocorra com os meus leitores: que eles possam encontrar pedaços deles dentro desses fragmentos do meu coração, passando a descobrir ou a entender melhor o que desejam, o que não desejam, o que tem como valor, o que realmente guardam de dentro para fora, etc. Quero que eles observem que nenhuma história é igual. Cada particularidade dentro de cada uma, muda todo o significado, todo o peso (que para cada um, será diferente), mas espero que ao mesmo tempo eles lembrem sempre que não estão sozinhos com suas dores e flores, que eu sinto cargas parecidas com as deles, que existe muita gente que está passando por algo parecido (ou já passou) e encontrou soluções, gostos e maneiras de seguir. É isso o que ocorre, inclusive, em casos de quando ainda não escrevi sobre algo que está começando a borbulhar em mim, e então, ouvindo uma música (lendo a letra da composição), passo, por vezes, a ir captando o que realmente está ocorrendo no meu intrínseco. E vivendo e constatando, vou digerindo e anotando.

02) Tem vontade ou interesse em publicar um livro de estória? Ou prefere ficar no mundo de poetisa?

Os meus escritos cotidianos são, de fato, minhas crônicas e poesias. As escrevo por necessidade, por impulsos do precisar. Mas tenho um amor imenso também por criar contos e estórias em paralelo, vez ou outra, que denotem frutos dos meus desejos mais utópicos. Sou apaixonada pelo universo místico e adoro pensar no fato de que a magia existe. Existe dentro das nossas escolhas, da nossa força de fazer coisas incríveis por outro ser humano e por nós mesmos, de provar que o impossível é apenas um caminho ilusório para a distância do que ainda não conseguimos alcançar. Então, resumindo, sim! Tenho muita vontade de lançar, futuramente, livros de ficção. Inclusive, venho trabalhando em um pelo qual estou cada vez mais apaixonada e envolvida. O problema é que escrever um poema ou uma crônica, para mim é tiro-e-queda. É “sento e desabo”, respeitando o que senti e o que saiu através dos meus sentimentos. Em uma ficção fico mais crítica, crio algo novo o tempo inteiro e fico achando que nunca vou terminar, porque sempre vou ter alguma nova criação dentro daquela estória... É um universo inteiro e infindável para desvendar. Então, agora estou focada no que sempre vou escrever, que são meus textos e poemas, mas afirmo que pode vir, em breve, algo nessa linha mais imaginativa.

03) Se pudesse agradecer apenas uma pessoa, por estar nesse mundo literário, quem seria?

Não existem escritores na minha família, ninguém que trabalhe em áreas que envolvem dons de escrita e nem alguém que me apresentou ao mundo poético. Escrever constantemente, foi algo natural que surgiu dentro dos meus diários, dentro das minhas agonias de ter uma terapia própria, de desabar no que faço desde quando nem me lembro. Eu agradeceria a todos os que já me trouxeram inspirações, sendo os bons e os ruins (que acabam, obviamente, trazendo uma bagagem positiva no fim das contas, como ocorre em tudo). Mas se for para citar uma pessoa que me incentivou, de fato, a desejar levar o que escrevo para o mundo, sem dúvidas eu afirmo que foi o meu pai.

Lembro que aos 12 anos comecei a escrever muitas músicas, colocando melodias nos meus poemas, e então eu “resolvi” que queria ser cantora. Cheguei a iniciar a aula de violão, mas eu nunca tive vocação para o canto, nunca tive voz, apesar de ter a poesia, o sentir. Então, o meu pai me chamou para conversar e disse: “Você escreve só músicas? Não. Você escreve poemas que, muitas vezes, não transforma em canções, escreve frases que não viram poemas, escreve textos... O que você vai fazer com tudo isso? Vai mostrar para as pessoas só essas poesias que são músicas? Lembra que o que mais me ajudou foi aquele texto seu? Você não pode cantar seus textos e eles também podem ajudar muita gente. Você é, acima de tudo, uma escritora”. Acho que esse dia, em conjunto com uma sessão de outros fatores, foi um dos que mais clareou a minha mente para o que precisava e desejo fazer até o fim da minha vida.

04) Tem alguém em que se inspira ao criar seus lindos textos?

Primeiramente, obrigada pelo elogio! E, bom, todos os meus textos e poesias nascem de experiências próprias, seja através de algo que vivi ou de algo que vi alguém próximo passando por, algo que de alguma forma que foi capaz de mexer comigo, de mesclar com algo que já senti e criar um turbilhão intenso aqui dentro. Então, o fato é que sempre estou inspirada pela existência de pessoas reais, tanto as que me fazem ou fizeram sorrir, quanto as que me fazem ou fizeram chorar. E, obviamente, todos estamos sempre inspirados por isso, é de onde mais retiramos a nossa evolução e mais descobrimos o que não faz parte de nós: extraímos dessa troca, dos relacionamentos. A graça é saber usar isso sem vitimíssimos acomodados, mas sim cabendo nos seus novos atos, nos seus trabalhos, nos seus futuros.

05) Seus pais te apoiaram/apoiam a escrever? E seus amigos, o que falam de ter uma amiga escritora?

O meu pai, como eu já disse, sempre trouxe incentivo para mim. A minha mãe, familiares e amigos de infância, foram acostumados desde quando eu era mínima - o tamanho não mudou muito, mas tudo bem. (Risos) -  a receber diferentes tipos de cartas minhas, a assistirem “apresentações de teatro” que eu escrevia, colocando as minhas amigas para apresentarem, e por aí vai. Todos sabiam da minha urgência em escrever, e respeitavam, como ainda respeitam, quando eu paro no meio de uma conversa e corro para pegar um papel e uma caneta, parando para escrever ali mesmo, seja onde for. Acho que por ser algo costumeiro e esperado, todos sempre tiveram a inclinação em aceitar e apoiar. A minha mãe, que é mais realista, nunca abandonou o discurso de que eu deveria fazer projetos que unissem a minha escrita além dos livros, que eu precisaria ter um emprego fixo além de somente lançar as minhas obras. E essa ideia de ter garantias é básica, obviamente. Se você tem uma base financeira fazendo o que gosta, ainda que não com a totalidade que gostaria, você vai ter a possibilidade, de com isso, produzir diversos fatores de mais completude. Pensando nisso que faço faculdade de jornalismo, na qual trabalho na área opinativa, mais livre para construção, podendo caber crônicas, etc. Uma coisa abre portas para outras e temos que saber entrelaçar.

O fato é que ainda que os meus pais não me incentivassem, eu iria continuar escrevendo e a vida iria empurrar meus escritos para os meus leitores de alguma maneira, porque eu não iria parar. Foi de tal maneira que pude e posso entender quem sou, por isto afirmo que com ou sem o ânimo dos outros, relevante mesmo é não se permitir frustrar pela não busca de uma aspiração que você imagina como algo que gostaria desde já. Se você não consegue se visualizar agora, neste instante, fazendo “tal coisa”, se só pensa na cena de você atuando naquilo daqui há anos, o caminho tem problemas aí... O seu emprego tem que ter a ver com a sua personalidade, com as suas manias, com as suas visões de mundo, cabendo em desejos que podem ser construídos com tempo e cautela, mas que devem dar a capacidade de manter-lhe sem desgosto nas horas dos “perrengues” que toda área terá. Que vão dar aquele ar de “tudo bem, isso faz parte de quem sou, então, vamos em frente”. E não há quem possa definir esse tipo de escolha para você. Há quem possa dar dicas, ajudar a clarear caminhos... Mas só quem sabe tudo sobre você é quem pode apontar. E quem é essa pessoa?

Nossa, saí completamente do foco? Vou finalizar. Sobre os meus amigos, bom, eles são fissurados por acharem situações da vida deles dentro dos meus escritos, dentro das minhas próprias vivências... Eles enxergam ângulos que encaixam diversas experiências diferenciadas em um só texto ou poema. E quando alguém próximo a mim diz que um desabafo meu em palavras foi o que salvou o seu dia ou que foi a melhor identificação que já ocorreu em anos, é quando me deparo com o maior porquê cabível nos motivos pelos quais compartilho os meus temas tão pessoais.

06) Em algumas livrarias, o "Entre Chaves" foi um dos mais vendidos, com esse sucesso todo, o que espera com o próximo livro "Depois Daquilo"?

Ai, isso é algo que não acredito até hoje! Fico boquiaberta quando penso sobre como escritos antigos e tão “escondidos” meus, puderam invadir mentes e corações de tantos que agregaram a eles, identificações. Contudo, mais do que em relação a vendas, que é o que penso em segundo plano, o que mais desejo em relação ao Depois Daquilo é que os meus leitores que adquirirem a obra, possam encontrar as veias deles tanto nos escritos menos extensos, como nos mais detalhistas, e que podem ser até vistos como rebuscados. Minhas metáforas prosseguem, como prosseguirão sempre, em tudo o que escrevo, porém o Depois Daquilo aponta mais a variedade da minha escrita. O Entre Chaves, assim como as minhas coletâneas antigas, foram obras “muito mais poéticas”, com escritos que podem ser analisados como remetentes a uma linha estilística densa. O fato é que nunca coloco uma palavra ou vírgula sequer para impressionar ou cativar intencionalmente nos meus destrinchares, isso seria forçar, e esse tipo de tentativa tira a verdade que existe em uma arte. Deixo que as palavras saiam como a sensação ordenar, e acho que no Depois Daquilo essas diferenciações de uma forma de expelir para outras, ficam mais nítidas. É a primeira obra que vou lançar que contém tantas crônicas e frases, com poesias mais intercaladas, e estou ansiosa para que os meus leitores possam ter em mãos essas minhas outras maneiras de falar, que fazem parte do meu cotidiano tanto quanto um poema esteticamente dito. Não deixando de constatar que a poesia mora em tudo o que escrevo, sem escapes. Ela é olhar para um sapato e enxergar uma casa inteira, é olhar para um teto e apontar mil e um significados aos quais aquilo pode ser atrelado, e é isso o que deixa a vida mais leve: saber olhar para mais de um lado.

07) Fale uma frase que escreveu, que te marcou, aquela que tem um pedacinho especial no seu coração.

Sou péssima para escolher algum escrito dentre os meus próprios escritos. Tenho carinho e críticas por e para todos eles... Mas o que acontece é que raramente escrevo frases super curtinhas. Em geral, as minhas frases que circulam pela rede são fragmentos de textos ou poemas meus que os meus leitores “cortaram”, o que acho maravilhoso, porque significa que foram os fragmentos com mais densidade para eles, coisa essa que não sei analisar dentro dos meus próprios desafogos. Então, tem uma frase que escrevi recentemente que foi tão pequenina e resumiu o que daria para eu escrever em um texto ou um poema inteiro e de tamanho extenso. Eu tinha entalado o pesar, e em um estalo anotei no meu bloco de notas: “Transbordo em tudo. Fico onde couber.”. Acabou sendo mais do que uma frase que escrevi pensando em um recado que queria dar para outra pessoa, acabou virando uma das minhas mais sucintas definições de mim mesma. Então, sim, escolho ela. Por enquanto (risos).

Instagram: Vanessa brunt
Página no facebook: Vanessa Brunt
Site/ blog: Sem quases

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Entrevista: Larissa Carvalho

Entrevista com a Autora: Larissa Carvalho

Oi gente, tudo bem? Fizemos uma entrevista super bacana com a Larissa Carvalho Autora do livro: Coração sem fim.



01) Qual seu estilo de livro favorito? 

Filosófico e romance.

02) Qual foi sua inspiração na hora de criar o assunto do seu livro? Procurou fontes ou alguém?

A história em si eu busquei da minha imaginação, minha mente viaja a lugares inimagináveis. Quanto as abordagens das síndromes convivo de perto com pessoas que as têm e conseguiram supera-las e quanto ao meio ambiente sou uma eterna ativista na prevenção da nossa fauna e flora.

03) Tem outros livros publicados?Sozinho ou com outros autores? Ou é só "Coração sem fim"?

Tenho vários livros publicados em coautoria, agora o romance Coração sem Fim foi completamente sozinha.

04) Teve alguma dificuldade para publicar seu livro?

Quando mandei  a cópia para algumas editoras, três me fizeram propostas, acabei escolhendo a Chiado por ser internacional.

05) O que te motivou a escrever? Tem parentes que também são escritores?

Meu tio é membro da Academia Brasileira de Letras, José Murilo de Carvalho. Grande escritor e Cientista político do Brasil e reconhecido mundialmente. A minha motivação é mostrar para os leitores que apesar de tudo, vale a pena lutar pelos nossos ideais.

06) "Coração sem fim" foi um livro que entrou pros meus favoritos, e o final deixou com gostinho de "quero mais", Terá continuação?

Fico muito feliz em ler isso, sim terá uma continuação e muitas novidades e surpresas com os personagens.

07) O que seus leitores significam pra você?

Amo relacionar-me de perto com meus leitores, sem vocês o escritor não tem incentivo.

Obrigada por aceitar responde-las. beijos
Eu que agradeço. Um grande beijo para você.

Instagram: Aqui
Facebook do livro: Coração sem fim

domingo, 27 de setembro de 2015

Entrevista: Cecilia Mouta

Entrevista com Cecilia Mouta

Olá gente, fizemos uma entrevista com a Cecilia Mouta, autora do " O colecionador de borboletas."


01) Qual a sua rotina do dia-a-dia? Faz faculdade? Tem novos projetos para vir, como escritora?

R: Meu dia-a-dia é bem cheio, na verdade. Faço faculdade de manhã e estágio de tarde. Chego em casa só de noite, e ainda vou para academia!! Pretendo publicar outros livros, estou estudando as opções.

02) Que mensagem você quis despertar para nós leitores, com o "O colecionador de borboletas"?

R: Acho que de persistência nos sonhos, mas mais do que isso, é saber também a hora de parar e aceitar a realidade. Acho que a hora de saber parar é a mais difícil, porque é quando o sonho acaba.

03) Quando está escrevendo, gosta de silêncio, ou prefere estar acompanhada de uma música?

R: Depende do dia. Tem dia que gosto de escrever em silêncio, mas tem dia que gosto de uma música. Ou rock ou música clássica.

04) "O colecionador de borboletas", terá continuação? Contando sobre o filho de Nicola? Adoraria saber mais sobre.

R: Eu escrevi uma continuação, mas nem é sobre o Jimmy. É ainda sobre o Nicola. A história dele, o tema do livro tem muito o que se criar.

05) Você tão nova, com uma mente brilhante, de onde veio a paixão pela leitura, e o que te motiva a escrever?

R: Eu sempre gostei muito de ler e escrever. Foi algo que veio muito naturalmente, nunca parei para planejar isso.

06) Como leitora, qual seus escritores preferidos?

R: Gosto muito do Gabriel Garcia Marquez, J.K. Rowlling, Tom Rob Smith, José Saramago e eu sempre esqueço de falar desse autor (tem tempo que ele não lança nada), mas gosto muito dele,que é o Khaled Hosseini,

07) Qual a sensação de ver que as pessoas falam bem, e gostam do seu livro?

R: Acho que de dever cumprido. Meu objetivo era contar uma história para alguém e é muito satisfatório saber que as pessoas gostam dessa história. 

Instagram: Cecilia Mouta

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Entrevista: Liliane Raquel

Entrevista com Liliane Raquel

Olá gente, fizemos uma entrevista super legal com a Liliane, do " Os dilemas da mulher maravilha do séc XXI

Vamos as perguntas:

01- Qual a sensação, quando vai há uma livraria, e vê o seu livro á venda? 

Indiscutivelmente, ver um projeto realizado é uma ótima sensação, adoro encontrar meu livro nas livrarias. Apesar de se a distribuição virtual ser o forte da venda do livro.

02- Qual o livro mais marcante que já leu até hoje? E o seu escritor preferido?

Essa pergunta é muito difícil. Prefiro citar os autores, que as obras. Entre tantos autores, que me encantaram, destaco Rubens Alves, Fernando Sabino, Lya Luft, Roberto Shinyashiki, Isabel Allende.

03- Pretende escrever mais livros? Se sim, sobre o que? Histórias? auto-ajuda?

Pretendo escrever sempre. Sobre os temas que mais me chamam atenção. As surpresas acontecerão sem dúvida, até para mim mesma.

04- Alguma vez já viu alguém lendo o seu livro?

O Feed Back do meu livro é sempre muito gratificante. Já encontrei muitas pessoas lendo. Pessoas que se identificaram com diferentes aspectos da leitura.

05- O que mais gostou no " Os dilemas da mulher maravilha do séc XXI?" E de onde veio essa inspiração de escrever coisas lindas?

Eu me identifico com todas as partes do livro. A minha inspiração veio da minha vivência, da vontade de compartilhar com os outros as minhas emoções.

06- Fale um pouco do seu trabalho, envolvendo escritora, mãe, dentista.

Ser dentista, mãe e escritora são partes que se interligam e se ajudam. A maternidade me motivou a escrever. A odontologia me realiza profissionalmente. E a escrita contribui para ser dentista e mãe.

07- Deixe aqui algo que deseja falar para seus leitores. E também para aqueles que tem vontade de escrever livros, mais não sabe o que fazer?

A maior felicidade de um escritor é poder compartilhar sua escrita. Escrever e ler são prazeres que curam a alma. A vontade de escrever vai guiar a mão quando o coração transbordar.

Adorei participar da sua entrevista.

Instagram: Liliane Raquel
Facebook: Liliane Raquel

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Entrevista: Lorena Rocque

Entrevista com a autora Lorena Rocque


Olá, gente !

Hoje trago pra vocês, uma entrevista com a Lorena Rocque, Autora da trilogia, Maria Metálica. Obrigada pela atenção Lorena, e vamos as perguntas.




01) De onde veio tanta inspiração para escrever seus próprios livros?

Olá querida! Tudo começou com um sonho que tive em uma noite de inverno de junho de 2011. Sonhei com uma cidade subterrânea, depois intitulada como : Cidade do Cimento. As protagonistas principais eram uma bruxa velhíssima e uma menina extraterrestre super poderosa. A partir daí a inspiração seguiu o rastro do sonho e minha imaginação flui até hoje.


02) Quando será lançado o 3° volume da trilogia de Maria Metálica?

Provavelmente no segundo semestre do ano que vem sob o título:” Maria Metálica e a Cruz Cósmica”.


03) Pelo que percebi, gosta de escrever sobre ficção cientifica, escreveria um livro em outro gênero literário? romance, entre outros?

Apesar de pretender seguir essa linha literária, me aventuraria em um romance que já tenho na gaveta, segredo.

04) Que gênero literário você gosta de ler? E qual autor preferido?

No momento estou curtindo livros de auto conhecimento, poder da mente, adoro temas como do livro “O Segredo”. Nesse instante me veio na mente o escritor Paulo Coelho.

05) Qual personagem que mais gosta nos seus próprios livros? Porque?

Sem dúvida, Maria Metálica. Creio que no fundo muitas pessoas gostariam de sê-la, porque é uma heroína nos planetas afora e domina a si mesma. E seus poderes sobrenaturais são adoráveis!


06) Além de ser escritora, no que mais trabalha? E gosta do que faz?

Sou Radiestesista e Cromoterapeuta de 1999. Inclusive o primeiro livro que publiquei foi sobre Radiestesia, com o intuito de registrar uma serie de criações próprias.
E minhas atividades profissionais, amo o que faço.


07) Deixe aqui uma mensagem para seus leitores e amigos, E também para aqueles que querem virar escritores, mas não sabe por onde começar.

Desejo que todos vocês descubram sua verdadeira vocação e assumam isso, pois a felicidade está ai!
E para aqueles que querem ser escritores, simplesmente escrevam sem compromisso, façam isso por vocês, não importa se há principio ficou perfeito ou não, o resto acontece.